AS CIDADES TRAZEM EM SEU DNA UMA SÉRIE DE QUESTÕES SOCIAIS. À MEDIDA EM QUE ELAS CRESCEM, ESSES PROBLEMAS SE AGRAVAM.
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Uma das questões sociais que mais desafiam mentes e corações de todos os que têm sensibilidade e consciência é a questão do morador de rua.
Mesmo que às vezes nossa sensibilidade e nossa consciência fiquem meio “afundadas” pela correria do dia-a-dia, no fundo
todos nós sabemos; está na Constituição, é claramente percebida pela nossa consciência, TODOS TÊM DIREITO À VIDA COM
QUALIDADE E DIGNIDADE – mas o que está na nossa frente é uma realidade bem diferente disso. Há a adequada percepção de que a geração de empregos, a produção e a comercialização de riquezas e o pagamento de impostos são importantes, são essenciais – mas há também uma outra ponta, o lado fraco, dos que não recebem do Estado a contrapartida que esse Estado deveria proporcionar pelos impostos, riquezas e desenvolvimento gerados. E assim muitos são barrados, alijados da vida, envolvidos por circunstancias extremamente adversas e cruéis. Assim, cabe a todos nós, agentes ativos dessa economia e dessa sociedade, nos mobilizarmos para modificar a dura e perversa realidade do morador de rua. Somos todos humanos,
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